Mostrar mensagens com a etiqueta Frangos e Golaços. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Frangos e Golaços. Mostrar todas as mensagens

domingo, 21 de dezembro de 2008

Retrato Falado

Volto pela urgência de uma notícia a comentar:
Hoje, no Porto, grande parte da População Madeirense voltou acreditar que existe o Pai Natal. Eis como foi referenciado...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Barretes Encarnados

Não, não é antecipação de Sexta! Mas não podemos deixar de nos debruçar sobre os números surpreendentes com que nos deparamos. Diz que em cada cinco Mulheres uma tem uma fantasia secreta de Pai Natal. Não pretendo tirar a prova dos noves com as Leitoras do Duro, embora o assunto seja interessante. Afinal, se dissessem da respectiva posição neste contexto, a fantasia deixaria de ser secreta e o inquérito estaria subvertido.
Mas podemos analisar: repare-se, são Elas que nutrem a fantasia, não se disponibilizam simplesmente a corresponder a uma masculina. Talvez porque impere no respectivo espírito a convicção da capacidade de presentear um homem com tudo o que queira. E então o fundamento acaba por ser o mesmo que tinha ainda agora afastado...
No Pai Natal dos 8-0 do milagre que se queria hoje, nunca acreditei. Mas tenho aqui uma excelente razão para alimentar fé da mesma natureza, embora mais depilada, digo depurada.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Candeia Que Vai à Frente...

A Águia, devolvida ao Seu lugar cimeiro, funciona bem como candeeiro...
Também é uma Iluminação de Natal, ora!

domingo, 7 de dezembro de 2008

Chatearam-me, Pá!

Tanto me falaram da caldeirada setubalense, que viriam a ser os donos do Caldeirão (dos Barreiros) a pagá-las! E também me irritou a dúvida sobre se conseguiria marcar à melhor defesa da Liga. Está arrumado, não é? Com seis secos deixou de sê-lo. E podiam à vontade ter entrado outros tantos. Mesmo com o Camarão, que ataca mal. Só fífia do Quim causou um acidente em que quiseram ver uma tendência. Ora tomem!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

A Galinha dos Ovos de Ouro

Moral da História:
1- Nunca damos aos nossos o valor que têm. Confirma-se.
2- Sinto medo de que o Cristiano se convença, ao transformar em ouro botas e bolas, de que tem o Toque de Midas, sem ser avisado da conclusão daquela história. Para já, conforme a imagem ao lado, vai confundindo o vil metal com o alimento...
3- Se vier a tocar-se demasiado, pode vir a ter a funesta sorte de passar a ser reconhecido como um Menino de Ouro, mas noutro sentido. É que se todo ele, obcecado, for visto nesse precioso minério que enlouquece os homens, como terá mobilidade para continuar a jogar e encantar? Esperemos que os elogios e prémios não funcionem no sentido de excitar os orientadores a forçá-lo ao exagero, como o avarento que quis chegar mais depressa aos ovos esperados, matando o galináceo.
Mas é bom saber que se mantém a determinação Salazarista de fortalecer o crédito do País com reservas de ouro de dimensão considerável.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Antes do Quim

Mas o responsável pelos perús não foi o único. O homem das Flores tem de meter na cabeça que, com vantagens tangenciais, Cardozo não pode ser substituído: afrouxa a pressão sobre o adversário e priva a equipa de auxílio precioso para limpar cruzamentos em livres e cantos. Apre!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Quando a Águia Se Vê Grega...

De Rubens:
Prometeu, pois, mas viu-se logo que, hoje, o fígado estava cheio de fel. Também, querer repetir mitos tão batidos...
Até amanhã. Gruuuuuumffffffff!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Hoje Somos Todos Dragões

Aos Meus Amigos Que são Portistas por mais outra razão do que a de simpatizarem comigo...

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

O Altruísmo e o Moral

Fui jantar fora, no que fiz triplamente bem: ao espírito, porque foi em Excelente Companhia; e ao estômago, já que lhe dei melhores tratos, apesar de tudo, do que com os meus cozinhados, ao mesmo tempo que lhe poupava uma úlcera, proporcionada pelo afundamento da Selecção, contra os nossos Irmãos Brasileiros.
Não vi o jogo, não posso comentar-lhe as incidências. Mas consigo perfeitamente ver que as intenções depositadas neste jogo a feijões, de recobrar o ânimo de uma equipa que vem metendo não os pés pelas mãos - que seria desejável, segundo as regras do jogo -, mas o contrário, fracassaram sem apelo e só podem afundar ainda mais a confiança.
Tenho receio é de que se gere um sentimento de Volta Scolari, estás perdoado e que o venham a contratar de novo. Sou firmemente contra qualquer regresso à função, independentemente dos êxitos ou falhanços. Esta recuperação piedosa de seleccionadores já tem triste expressão com o Prof. Queiroz e o zero absoluto dos objectivos seniores cumpridos. O Presidente da Federação não compreende que o criminoso voltar ao local do crime é resultado das debilidades psíquicas e morais do próprio, não carece de ajuda patronal. Que o Chelsea nos ajude!

sábado, 15 de novembro de 2008

Desilusão

Eu sei que a saída do líder não se apresentava particularmente difícil, mas há sempre esperança de que as equipas mais fracas se agigantem e consigam impor o empatezito para que jogam. Um hoje poderia permitir ao Glorioso SLB passar já para a frente. Porém, a desproporção entre as duas formações falou mais alto. Paciência, há mais campeonato.

domingo, 9 de novembro de 2008

Cansaço


Ver os animaizinhos exaustos, um sofrendo de indigestão, outro de cefaleia, ao fim dum jogo que me deixou estafado a ponto de só amanhã ir dar a volta pelos Amigos. A partida até se viu bem, apesar de as duas defesas serem mais do que colaboracionistas com o ataque adversário. Bem pode o Mialgia chorar o Paulo Assunção, além de aqueles laterais serem bons para os Regionais. E o SCP, sem Tonel, alarga um bocado os buracos do passador. Mas não sejam falhos de Caridade, o meu gáudio deve-se a adorar o futebol de ataque, não a detectar fraqueza nos rivais.

domingo, 2 de novembro de 2008

Dá Cá Mais Cinco!

Três possibilidades me oferece hoje esta frase: a de significar uma sintonia com os Amigos do Sporting, por, como eles, termos ganho três pontos preciosos a Poderoso Rival; a fala dos Adeptos Vimaranenses, atendida absurdamente pelo árbitro quanto a minutos-extra a conceder na segunda parte; mas, se acrescida de um "mil" que não é para todos, a magia de uma História que cria responsabilidades, tanto quanto moraliza. Cinco milhares de golos, atingidos com o primeiro de hoje, são muita coisa. E o Passado pode dar o braço ao Presente na inestimável missão de fazer acreditar. Por isso é tão importante a obtenção do número mítico, como o terreno ganho ao Favorito. Quanto ao querer já se viu bastante mais garra na defesa do resultado, com um jogador a menos. No respeitante ao poder, para os jogos fora, os passes de Aimar para a velocidade de Suazo são bem capazes de vir a tornar-se uma regra, não já uma vez sem exemplo.
Que me perdoem as vítimas do dia, a Cristina Ribeiro e o Tiago Laranjeiro à cabeça. Mas podem sempre vingar-Se nos outros candidatos ao título.

sábado, 1 de novembro de 2008

Chamas Circunscritas

Por vezes, ser contido até provoca melhores cores...
Ai, Ka!
Ai, Carlos!
Ai, Fernando!
Ai, Mialgia!
Ai, TSantos!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

How Very Typical!

Nestas coisas da Semântica, apesar de o Futebol encerrar como que um microclima, procuro sempre ter a humildade de estudar mais e de conceder uma certa Autoridade a Homens que até são Professores, como o treinador do Porto, Jesualdo Ferreira. Posto este preâmbulo, tenho de confessar o quão perplexo me senti com as declarações fresquinhas sobre terem sido atípicos os golos sofridos pelo futebol Clube do Porto, no presente campeonato. Tento esmiuçar a coisa e chego a quê? Que esta atipicidade quer dizer "de bola parada". Mas então, não há muitos golos marcados assim? Há. Em que são, pois, incaracterísticos? As diversas penalidades não fazem parte do jogo, às dezenas? Fazem. Atípico, portanto, como sinónimo de não ser costume assinalar muitas contra aquele emblema? Nada, geraria suspeição dizer que os árbitros poupam a própria equipa e poderia ocasionar rigores no futuro imediato.
Abalancei-me, angustiado, ao dicionário. E no verbete correspondente vejo que se diz atípico do fenómeno das febres intermitentes cujos acessos não têm regularidade. Era só um exercício de optimismo, o responsável queria dizer que o estado de coisas actual não se vai prolongar inalteradamente. O pior é que, até agora, já vai havendo uma consistência ininterrupta. Mas o sonho comanda a vida.
Assim se fala em bom Português.