Duplicidade, por Anna (Zeku)
Não faço a mais pequena ideia sobre se o Ministro Amado (de nome) pediu ou não desculpas ao seu homólogo Sérvio. Mas se não o fez, deveria tê-lo feito, que Belgrado vem sendo tratada pelos Ocidentais de uma forma inqualificável, tanta é a discriminação. E note-se que não tenho qualquer simpatia histórica pela Sérvia, que lembro como causa assassina da Grande Guerra, centro de hostilidade ao Catolicismo Balcânico e aspirante ao domínio num país artificial como era a Jugoslávia. Mas não é justo que paguem os dirigentes de hoje pelos pecados dos pais.
Quanto à nossa política, acharia mais do que natural que se tentasse explicações por uma mudança de comportmento difícil de entender: a adesão tipo Maria vai com as outras que sucedeu a uma inicial e prudente abstenção de reconhecer o Kosovo. E até acho que rima bem com a postura na cena internacional de Sócrates & correias de transmissão, sempre procurando estar bem com Deus e o Diabo, para aderir ao discurso do amigalhaço Chávez, que não obsta à continuação da indiscutível e cordial colaboração - já na evolução semântica de seguidismo - com o Aliado americano.
A Duplicidade em Política Externa (hoje) tem barbas.
Não faço a mais pequena ideia sobre se o Ministro Amado (de nome) pediu ou não desculpas ao seu homólogo Sérvio. Mas se não o fez, deveria tê-lo feito, que Belgrado vem sendo tratada pelos Ocidentais de uma forma inqualificável, tanta é a discriminação. E note-se que não tenho qualquer simpatia histórica pela Sérvia, que lembro como causa assassina da Grande Guerra, centro de hostilidade ao Catolicismo Balcânico e aspirante ao domínio num país artificial como era a Jugoslávia. Mas não é justo que paguem os dirigentes de hoje pelos pecados dos pais.Quanto à nossa política, acharia mais do que natural que se tentasse explicações por uma mudança de comportmento difícil de entender: a adesão tipo Maria vai com as outras que sucedeu a uma inicial e prudente abstenção de reconhecer o Kosovo. E até acho que rima bem com a postura na cena internacional de Sócrates & correias de transmissão, sempre procurando estar bem com Deus e o Diabo, para aderir ao discurso do amigalhaço Chávez, que não obsta à continuação da indiscutível e cordial colaboração - já na evolução semântica de seguidismo - com o Aliado americano.
A Duplicidade em Política Externa (hoje) tem barbas.



